Profissionais que vendem pelo Instagram estão fechando cliente às onze da noite de sábado sem estar online, com uma única página no lugar do link da bio.

Mesmo que você tenha 400 seguidores. Mesmo que nunca tenha viralizado. Mesmo que você ache que o que você faz é complicado demais pra caber numa página só.

Quero minha página

Pagamento único. No ar em 2 a 3 dias.

Domingo, nove da noite.

Você abriu o bloco de notas pra planejar a semana. Fechou. Abriu o Instagram. Viu o Reels de alguém do seu nicho com 80 mil views e uma edição pior que a sua. Fechou. Abriu o bloco de notas de novo. Escreveu duas ideias. Achou as duas ruins.

Amanhã você vai gravar. Terça você edita. Quarta você posta. E na quinta você vai olhar o número e vai pensar que precisa melhorar o gancho.

O problema é que o gancho não é o problema. Tem gente do seu nicho, com metade do seu conhecimento e um conteúdo pior que o seu, com a agenda cheia até o mês que vem. Não é porque o conteúdo dessa pessoa converte melhor. É porque, quando alguém gosta do conteúdo dela e clica, existe alguma coisa esperando do outro lado.

No seu caso, o que espera é uma lista de botões.

Se você está cansado de:

01

Sentir aquela mudança no peito quando chega uma mensagem escrita "boa noite, gostaria de saber sobre seus serviços", porque pode ser cliente e pode ser nada

02

Digitar a mesma explicação pela quinta vez na semana, e ainda assim desligar o celular achando que explicou mal

03

Mandar o valor, ver o "visualizado", e não ver mais nada depois

04

Descobrir que a pessoa fechou com outro profissional, que cobra mais caro que você, e que você sabe que não é melhor que você

Então provavelmente você também já:

01

Reabriu aquela conversa umas oito vezes durante o dia pra ver se aparecia o "digitando"

02

Apagou um post que foi mal pra ninguém ver o número, sendo que ninguém ia ver o número de qualquer jeito

03

Entrou no perfil de alguém do seu nicho e passou vinte minutos estudando cada detalhe, com uma mistura estranha de inveja e alívio

04

Olhou pro seu link da bio, sentiu que aquilo ali não representa nem 10% do seu trabalho, e deixou como estava

Essa última é a mais comum de todas, e é a que ninguém fala em voz alta.

Você sabe faz tempo que o seu link não está bom. Não é falta de percepção. É que resolver isso significa contratar alguém, explicar tudo do zero, achar tempo pra pensar em texto, decidir cor, arrumar foto, e essa lista inteira sempre perde pra "preciso gravar o Reels de amanhã".

Então fica pra depois.
E faz onze meses que está ficando pra depois.

O dinheiro não sai pela porta da frente.

Ninguém percebe uma perda distribuída. Se você perdesse R$4.000 de uma vez, você ia lembrar dessa semana pelo resto do ano. Perder R$400 por semana durante dez semanas não deixa marca nenhuma, porque não existe extrato que mostre venda que não aconteceu.

Faz a conta comigo, com números conservadores.

Você posta três vezes por semana. Digamos que, no mês, isso traga trinta pessoas até o seu perfil com interesse real, gente que parou, leu a bio e clicou no link. Não é um número absurdo. Talvez seja bem menos que o seu.

Dessas trinta, quantas te mandam mensagem? Se for dez, você está indo bem acima da média. Das dez que mandam, metade abre com "quanto custa?", e a maior parte dessa metade some depois do valor, porque perguntou preço antes de entender o que estava comprando.

Você fecha duas.

Chegam pelo seu link
0
Te mandam mensagem
0
Fecham com você
0
0
pessoas que gostaram do seu conteúdo, clicaram no seu link, e não encontraram nada que respondesse a dúvida delas.

Em doze meses, são 0 pessoas.
Nenhuma delas aparece em relatório nenhum.

As outras vinte e oito não sumiram porque não gostaram de você. Elas gostaram. Foi por isso que clicaram. Elas sumiram porque chegaram num lugar que não explicava nada, num momento em que a curiosidade delas estava no ponto mais alto que ia ficar.

Multiplica isso por doze meses e me diz se cabe no preço de uma página.

Meu nome é Letícia.

Eu não vim do marketing. Me formei em Agronomia, passei 5 anos estudando solo, clima e planta, e saí da faculdade descobrindo que o que me interessava mesmo era entender por que uma pessoa clica numa coisa e não clica em outra.

Fui pra internet e passei 3 anos rodando anúncio, boa parte disso vendendo pra fora do Brasil. É um mercado sem piedade. Ninguém te conhece, ninguém te indica, ninguém te dá o benefício da dúvida porque gostou do seu story. Ou a página convence uma pessoa completamente estranha em trinta segundos, ou o dinheiro do anúncio evaporou.

A parte que eu levei tempo pra admitir

Eu faturei mais de R$100.000,00, mas nem vou te contar o quanto eu gastei com anúncios antes de entender que o ouro mesmo estava na página.

Eu passava o dia inteiro mexendo em anúncio. Trocava título, trocava imagem, trocava público, matava campanha, subia campanha nova. Toda manhã eu abria o painel com a esperança de que alguma coisa tivesse acontecido durante a noite.

Levei muito mais tempo do que eu gostaria de contar pra fazer a única coisa óbvia: abrir a minha própria página e olhar pra ela como se eu nunca tivesse ouvido falar daquilo. Cronometrei quantos segundos levava pra entender o que estava sendo vendido ali.

Foram vinte e dois segundos. Ninguém dá vinte e dois segundos.

O que mudou depois disso

Eu parei de acreditar que existe conteúdo tão bom que dispensa o resto. A pessoa não decide comprar assistindo você falar. Ela decide num lugar depois disso, sozinha, em silêncio, sem ninguém empurrando. E se esse lugar não existe, ela não decide nada.

Comecei a construir esse lugar. Primeiro pra mim. Depois pra cliente: dentista, consultor de mercado financeiro, barbearia, projeto de agrofloresta, indústria de compressores... Áreas que não têm absolutamente nada em comum e um problema idêntico.

Hoje isso é o The Landing Lab.

O trecho perdido

Existe uma coisa que quase ninguém desenha, porque quase ninguém enxerga que ela existe.

Todo mundo trata o caminho até o cliente como se ele tivesse duas partes: o conteúdo de um lado, o WhatsApp do outro. Só que entre um e outro tem um pedaço de uns trinta segundos em que a pessoa decide, sozinha, se você é a pessoa certa pra ela.

Esse trecho acontece quer você tenha construído ele ou não. A diferença é que quando você não constrói, ele acontece numa gaveta de botões.

Uma teoria minha sobre o Linktree, que talvez seja injusta

O Linktree resolveu um problema real. O Instagram deixava colocar um link só, e alguém pensou em fazer uma página que lista vários. Foi uma ideia sensata e funcionou.

O que aconteceu depois é que todo mundo jogou tudo lá dentro. WhatsApp, YouTube, o site que ninguém atualiza desde 2021, um formulário, outro Instagram, o Spotify. Virou gaveta de bagunça.

E gaveta trata igual quem está a um passo de fechar e quem só está curioso. É a coisa mais democrática do seu negócio, e democracia no atendimento é um atendimento ruim.

O WhatsApp direto tem o problema oposto

Parece mais ágil. Menos etapa, mais chance. Só que quem clica cai numa tela em branco e precisa inventar uma frase de abertura sozinho, como se estivesse mandando mensagem pra crush. Fica dez segundos pensando, não acha nenhuma frase que não pareça invasiva, e fecha o aplicativo.

Seu link da bio acabou de transformar uma pessoa pronta pra comprar numa pessoa com ansiedade social.

As três coisas que precisam acontecer nesse trecho

01
Reconhecimento

Nos primeiros segundos a pessoa confirma que chegou no lugar certo. Vê seu nome, seu rosto, o que você faz. Se ela precisa rolar a tela pra descobrir onde está, você já perdeu metade delas.

02
Tradução

Ela entende o que você faz, como funciona na prática, pra quem serve e o que acontece depois que ela te chamar. As perguntas que ela ia digitar no seu WhatsApp são respondidas antes dela precisar digitar.

03
Decisão

Ela decide sozinha. Sem você estar online, sem você responder rápido, sem você ter que convencer ninguém de nada. E chega no seu WhatsApp já resolvida.

Um Linktree não faz nenhuma das três. Um WhatsApp direto também não. Não porque são ruins, mas porque nenhum dos dois foi feito pra isso.

Eu podia encher essa página de print.

Podia colocar seis capturas de conversa de cliente elogiando, três gráficos e um vídeo de alguém dizendo que mudou de vida. Você ia rolar por cima disso em quatro segundos, como todo mundo rola, porque a essa altura ninguém mais acredita em print.

Prefiro te mostrar como eu penso. Se você achar que faz sentido, você vai entender sozinho o que compra aqui.

Decisão 1 — Eu não coloco menu de navegação no topo.

Todo template tem. Eu tiro. Menu é permissão pra pessoa fugir do caminho que você desenhou pra ela, e ela sempre foge, porque clicar em "sobre" é mais confortável do que decidir. A página do Lab tem um caminho só, do começo ao fim, e ele termina no botão.

Decisão 2 — O preço aparece na página, quase sempre.

Muita gente pede pra tirar, com medo de espantar. O que acontece quando você tira é que você troca uma pessoa espantada por uma conversa inteira gasta com quem nunca ia pagar. Preço na página é o filtro mais barato que existe.

Decisão 3 — A primeira dobra nunca fala do seu diploma.

Fala do problema de quem chegou. Sua formação entra depois, quando a pessoa já quer saber quem você é. Antes disso, credencial não é argumento, é ruído.

Isso aqui é o tipo de coisa que eu passo o dia pensando. Não sobre cor de botão.

A Página do Lab

Uma página só, construída sob medida pra você, que recebe quem chega pelo seu link, explica o seu trabalho na sua voz, responde as dúvidas que travam a decisão e entrega a pessoa no seu WhatsApp já pronta pra fechar.

Mesmo que você tenha começado a postar mês passado. Mesmo que você já tenha pago por um site que nunca trouxe nada. Mesmo que você ache que o seu serviço é difícil demais de explicar. Mesmo que você não entenda nada de internet e não tenha vontade nenhuma de entender.

Essa parte não é a sua área. É a minha.

As três coisas que você está pensando agora.

"Meu perfil ainda é pequeno, não vale a pena agora."

Você está invertendo a causa. Com dez mil seguidores dá pra desperdiçar sete de cada dez pessoas e ainda sobrar gente. Com quatrocentos, cada pessoa que clica no seu link é evento raro. Quem tem público pequeno é justamente quem não pode se dar ao luxo de perder ninguém no caminho.

"Eu já tentei. Fiz site, contratei gente, não trouxe cliente."

Provavelmente você comprou site institucional, que é uma peça diferente. Site institucional conta a história da empresa: quem somos, nossa missão, nossos serviços, fale conosco. Ele foi desenhado pra empresa que já tem cliente e precisa parecer séria. Você não precisa parecer sério. Você precisa que uma pessoa que te descobriu há três minutos decida te contratar. São dois problemas diferentes e a maior parte do que se vende como "site profissional" resolve o primeiro.

"O que eu faço é técnico demais, ninguém vai entender numa página."

Todo mundo acha isso. Já ouvi de dentista, de consultor financeiro e de um engenheiro que vende compressor industrial. Na maioria das vezes o problema não é a complexidade do serviço. É que você conhece tanto o assunto que já não consegue mais lembrar o que uma pessoa leiga não sabe. Você explica pulando três degraus sem perceber, porque pra você aqueles degraus são óbvios há quinze anos. É por isso que quem escreve a página não pode ser você.

Como funciona

Três etapas. Você trabalha em uma.

01
O Briefing
Aqui eu preciso entender o seu trabalho melhor do que o seu cliente entende.
  • Você responde um formulário sobre o que faz, pra quem faz e como funciona na prática
  • Me conta o que as pessoas perguntam antes de fechar, e o que elas perguntam depois de já terem fechado, que é onde mora a informação mais valiosa
  • Me diz o que você cansou de explicar
  • Manda suas fotos, se tiver. Se não tiver, a gente resolve de outro jeito

Leva entre 10 e 20 minutos. Depois disso você volta pra sua vida.

02
A Construção
Aqui cada bloco existe por um motivo, e o motivo é o seu cliente.
  • Escrevo o texto inteiro do zero, na sua voz, pro seu público
  • Defino a ordem dos blocos pelas dúvidas que travam a decisão de quem te procura
  • Escolho cor, tipografia e imagem pensando na sua marca, não num template que outros duzentos profissionais estão usando
  • Monto o botão de WhatsApp com a mensagem já escrita, pra pessoa só apertar enviar
03
Página no Ar
Aqui a página passa a ser sua, sem vínculo com ninguém.
  • Entra no ar em domínio próprio, registrado no seu nome
  • Primeiro ano do domínio já está pago
  • Hospedagem gratuita, e continua sendo
  • Você recebe o link e coloca na bio no mesmo dia

Do formulário respondido até a página no ar: 2 a 3 dias.

Página que converte não é página bonita com um botão no fim. Quatro coisas acontecem ao mesmo tempo dentro dela, e três delas ninguém vê.

01
Estrutura

A ordem em que a informação aparece. Qual dúvida é respondida primeiro, qual objeção é derrubada antes mesmo de nascer na cabeça da pessoa, em que ponto da leitura o botão faz sentido e em que ponto ele parece afobado.

02
Texto

Escrito do zero, na sua voz. Sem frase de efeito, sem promessa que você não cumpre, sem aquela linguagem de agência que faz cinco profissionais diferentes parecerem a mesma pessoa.

03
Design

Cor, tipografia, espaço, foto. Não pra ficar bonito no print. Pra alguém conseguir ler no celular, no ônibus, com uma mão só, sem esforço nenhum.

04
Técnica

Velocidade de carregamento, comportamento no celular, domínio próprio, hospedagem gratuita para você não se preocupar com isso.

O que vem junto

01
Domínio próprio com o primeiro ano pago

Um endereço seu, tipo seunome.com.br, registrado no seu nome. A partir do segundo ano você paga só a renovação, algo em torno de R$50 por ano, direto na plataforma de registro. Sem taxa minha, sem vínculo, sem letra miúda.

02
Botão de WhatsApp com a mensagem já escrita

A pessoa clica e a conversa abre pronta: "Oi, vim pelo link da bio. Vi que você faz [tal coisa] e quero contratar." Ela não precisa mais inventar frase de abertura nenhuma. Só apertar enviar.

03
Página preparada pra anúncio

Se um dia você quiser rodar anúncio, a estrutura já está pronta e você não paga nada a mais por isso. Se nunca quiser, também não atrapalha em nada.

04
Nosso presente: Guia para atrair mais leads pro seu link da bio

Um guia curto com dez formas de apontar o seu conteúdo pra página sem parecer que você está vendendo o tempo todo. Story, Reels, comentário fixado, resposta de DM. É a parte que a maioria erra depois que a página fica pronta, e é a parte que faz a página trabalhar de verdade.

The Landing Lab

Sua página no ar, trabalhando por você.

Uma página como essa, feita sob medida, sai a partir de R$1.000 em qualquer agência. E na maioria delas você ainda paga mensalidade de hospedagem, paga o domínio por fora, e espera de duas a quatro semanas.

12x deR$ 51,40

ou R$ 497 à vista

Agora pensa no seu lado da conta.

Quanto vale um cliente seu? Um paciente, um contrato, uma consultoria fechada. Se a página trouxer um, ela já se pagou. Se trouxer dois, ela virou a coisa mais barata que você contratou esse ano.

E ela não some depois do primeiro. Continua ali, recebendo gente enquanto você atende, enquanto você grava, enquanto você dorme.

Você paga uma vez e a página é sua.

Por que eu construo página e não outra coisa

Eu poderia estar vendendo curso. Dá mais dinheiro, escala melhor, e todo mundo que sabe rodar anúncio acaba indo pra lá em algum momento.

O motivo de eu não ter ido é meio bobo, mas é verdadeiro: eu gosto da parte que ninguém quer fazer.

Quando eu trabalhava com anúncio, a parte glamourosa era a campanha. Todo mundo queria falar de criativo, de público, de estratégia. A página era a etapa chata, aquela que alguém fazia às pressas no domingo pra poder subir a campanha na segunda. E era ali, exatamente ali, que o dinheiro estava sendo ganho ou perdido.

Passei anos vendo profissional bom perder pra profissional pior porque o profissional pior tinha um lugar decente pra receber as pessoas. Isso me irrita até hoje.

Hoje eu construo página pra quem vende o próprio trabalho. Dentista, consultor financeiro, barbeiro, arquiteto, projeto de agrofloresta, indústria. Áreas sem nada em comum, e sempre a mesma cena: gente competente, com conteúdo que atrai, mandando essa atenção pra lugar nenhum.

E antes de vender isso pra qualquer pessoa, eu testei em mim. A página que você está lendo agora é o meu próprio produto funcionando.

O risco de fazer errado é meu

Você já investiu em coisa que não voltou. Curso não terminado, anúncio que queimou dinheiro, alguém que prometeu site e sumiu no meio.

E o pior de cada uma dessas vezes não foi o dinheiro. Foi a conversa que você teve com você mesmo depois, aquela em que você concluiu que talvez o problema fosse você.

Então vamos combinar assim.

Eu não entrego a página e desapareço. Depois da entrega você tem duas rodadas de ajuste sem custo nenhum. Você olha com calma, anota tudo que quiser mudar, me manda, e eu ajusto. Se ainda faltar alguma coisa, tem a segunda rodada.

Duas rodadas resolvem praticamente tudo, e o motivo é a etapa do formulário. É lá que a página é decidida de verdade. Quando o briefing vem bem respondido, a primeira versão já chega perto, e o que sobra é acerto fino.

O que você não vai receber é aquela resposta de "esse ajuste está fora do escopo" no meio do processo. Se está dentro das duas rodadas, está incluso.

Perguntas frequentes

Funciona, e provavelmente funciona mais. Quem tem público grande pode desperdiçar gente. Quem tem público pequeno precisa de cada pessoa que chega.

Ajuda muito, mas não é obrigatório. Se você vende o próprio trabalho, a pessoa quer ver com quem vai falar. Se você não tem foto boa, a gente resolve com o que existe.

O formulário leva de vinte a quarenta minutos. Depois disso, só a aprovação no fim. O resto é comigo, e essa é a parte que eu mais gosto de deixar clara: você não vai ganhar mais uma tarefa na sua semana.

Dois a três dias depois que o formulário chega respondido.

Já fiz pra dentista, consultor de mercado financeiro, barbearia, agrofloresta e indústria. O que muda é o texto e a ordem dos blocos. A lógica é a mesma em qualquer área onde alguém vende o próprio trabalho.

Não. A mesma página funciona no link da bio, no anúncio do Google, no anúncio da Meta, na assinatura do seu email e no cartão que você entrega na mão. É um endereço só, que recebe gente de todo lugar.

Provavelmente ele é institucional, feito pra contar sobre você. A página do Lab é feita pra conduzir uma decisão. As duas podem conviver, ou a página pode substituir o site se ele não estiver trazendo nada.

Alteração de conteúdo você me pede e eu faço. Não é um WordPress que você vai precisar aprender a administrar, justamente pra você não ter que aprender mais uma coisa.

Não. Você paga uma vez. A partir do segundo ano você renova só o domínio direto na plataforma de registro, algo em torno de R$50 por ano, sem passar por mim.

É. Registrado no seu nome, no seu CPF ou CNPJ. Se um dia você quiser levar pra outro lugar, leva.

O Linktree pergunta pra onde você quer ir. A página responde por que você deveria escolher essa pessoa. São duas perguntas diferentes, e só uma delas é a que o seu cliente tem na cabeça.

A página já sai preparada para o seu gestor de tráfego usar nos anúncios.

R$497,00 à vista ou em até 12x de R$51,40.

Me chama no WhatsApp e me conta o que você faz. Se uma página não fizer sentido pro seu momento, eu vou te dizer isso na conversa. Já aconteceu.

Último aviso

Daqui a três anos você vai olhar pra esse período

O Instagram tem quinze anos. Ele não é eterno, e você sabe disso, mas prefere não pensar muito no assunto porque pensar não resolve.

Daqui a três anos, você vai abrir o seu perfil de hoje e vai ter uma sensação estranha. Vai perceber que esse era um período bom. Que o alcance orgânico ainda existia. Que dava pra crescer sem pagar. E vai fazer a pergunta que ninguém quer fazer no presente: por que eu não construí nada de meu enquanto isso estava fácil?

Cenário A

Você continua postando. O conteúdo até melhora, porque você estuda e pratica. As pessoas continuam chegando, clicando, olhando por três segundos e indo embora. Você continua fechando dois por mês e continua sem saber por que não são cinco. Daqui a três anos, é a mesma semana repetida cento e cinquenta vezes.

Isso não é fracasso. É pior que fracasso, porque fracasso pelo menos te obriga a mudar alguma coisa. O que você tem hoje funciona o suficiente pra você nunca precisar mexer.

Cenário B

Você posta e sabe pra onde a pessoa vai. As mensagens que chegam começam com "vi que você faz tal coisa, quero contratar" em vez de "oi, quanto custa?". Você para de digitar a mesma explicação cinco vezes por semana. E pela primeira vez você consegue medir alguma coisa, porque agora existe um lugar onde dá pra contar quem entrou.

A diferença entre os dois não é o seu conteúdo. O seu conteúdo já está funcionando. É o que existe do outro lado do clique.

E enquanto você lê isso, o seu último post continua rodando. Alguém vai clicar no seu link hoje. Você não vai ficar sabendo.

Sua página no ar em 2 a 3 dias 12x de R$51,40 ou R$497
Quero minha página